Cidadania Italiana em 2025: O que mudou, quem ainda tem direito e o que fazer agora?
Entenda as novas exigências, os riscos para descendentes e por que milhares de famílias estão revisando sua documentação ainda este ano.
Nos últimos meses, a Itália vem passando por mudanças silenciosas, mas profundas, nas leis que tratam da cidadania por descendência (iure sanguinis).
E essas mudanças estão afetando diretamente milhões de brasileiros que ainda não iniciaram seu processo de reconhecimento.
O novo Decreto-Lei n.º 36/2025, convertido na Lei n.º 74/2025, trouxe regras mais rigorosas para atualização do AIRE, novos prazos para registro de filhos e exigências adicionais de documentação.
Além disso, projetos em tramitação no Senado indicam que o governo italiano pretende centralizar e limitar o reconhecimento automático por linhagem familiar.
Na prática, isso significa que o que hoje ainda é possível pode deixar de ser em breve. Um ponto de virada
Estamos diante de um ponto de inflexão histórico:
Processos que antes levavam meses, agora enfrentam filtros mais rigorosos;
Cadastros desatualizados estão sendo cancelados automaticamente;
E cidadãos que não atualizaram o endereço no AIRE já começam a receber multas anuais.
O direito à cidadania italiana permanece legítimo, mas o caminho para exercê-lo está se estreitando rapidamente.
O momento é agora
Para quem é neto ou bisneto de italianos, este é o momento de agir. Esperar pode significar ter que recomeçar tudo sob novas regras. E quando se trata de cidadania, tempo e informação fazem toda a diferença.
A visão da Italianne
Na Italianne, acompanhamos essas mudanças diretamente da Itália, traduzindo cada detalhe legal em orientação estratégica e segura para nossos clientes. Há mais de 8 anos, ajudamos famílias a transformarem o direito em realidade — com transparência, precisão documental e sensibilidade com a história de cada família.
Para nós, cidadania não é um papel — é um legado.
Se você é descendente de italianos e ainda não iniciou o processo, este é o momento de conversar com um especialista. Nos próximos meses, o cenário pode mudar — e quem se antecipar agora estará protegido diante das novas regras.